Edital MCT/CNPQ 14/2008 Universal Processo 470333/2008-1



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8 de fevereiro de 2012

São Luís 400 anos: O Poder dos Mitos

No Teatro das Memórias sociais econtramos o poder do jogo simbólico dos mitos, operantes tanto nas sociedades arcaicas, quanto nas modernas. Jogo estrutural de alcance e força universal, na sua relação com as narrativas sobre os fundamentos de origem do mundo cósmico, social ou pessoal. De um modo sintético podemos dizer que os mitos funcionam e são ativados por oposições que têm sua infraestrutura mais profunda ancorada nas relações entre o sagrado e o profano, o puro e o impuro, o malígno e o benígno, assim por diante. Estas oposições e os jogos socioculturais que promovem e ativam, são subjacentes a diversas manifestações hodiernas. E podemos vê-las atuando exemplarmente no caso das comemorações dos IV Centenário de São Luís/MA, nesse ano de 2012. Destaca-se em todas as observações empíricas que estamos fazendo, nesses últimos anos, com entrevistas e pesquisas mais pontuais - participando de eventos e reuniões públicas - a força que tem, e que faz movimentar, o discurso mítico na sociedade.
E não poderia ser de outro modo, caso recuperemos da história outros exemplos eloquentes, tendo em mente antecedentes de alcance civilizatório de expressão universal. Como é o caso da fundação mítica da cidade de Roma.

Ab Urbe Condita
Rômulo e Remo
Todos nós temos profunda atração pela formulação de discursos que invocam as origens de nossos núcleos urbanos antigos, especialmente os patrimonializados no século XX: "Desde a fundação da cidade...".
No caso de Roma, a cidade eterna, pergunta-se: quem a fundou, Rômulo ou Remo? Em busca dessa resposta, acabamos entrando no labirinto do maravilhoso reino da lenda! Diferentes versões já foram formuladas, em séculos de especulações, pesquisas arqueológicas e históricas na região do Lácio. É o mundo da Mitologia que não nos deixa escapar da imaginação, da fábula, dos sonhos e das quimeras. Sabemos que a lôba fabulosa criou os dois irmãos fundadores, que viveram em lutas e combates, e que terminariam por disputar o fatal embate fraticida. Rômulo assassina Remo; como nos narram Virgílio e Tito Lívio. Rômulo, o vencedor, funda a cidade de Roma...
Mas, afinal, quem constrói Roma, os latinos ou os sabinos?! E para além dos latinos e dos sabinos, teriam sido os vênetos? Ou teve a participação dos umbros, oscos, tadiates, tadinates, ausônios, saminitas, lucanos, rútulos, picenos, bretões, etc.; ou ainda, os sículos, sicanos e elimos? Quem sabe a resposta mais verdadeira? O certo é que considerando o fato de todos terem formado um agrupamento socio-cultural denominado itálico, ou italiota, e de suas línguas ter derivado o latim, os futuros moradores da cidade eterna possuem origens comuns.
Essas perguntas, que revelam essas oposições e polaridades, fazem funcionar e ativam o poder dos mitos. Em Roma, como em qualquer cidade, - assim como na fundação de narrativas sobre origens de - povoados, vilas, lugarejos, grupos, pessoas, etc., os mitos ocupam o lugar de articulação dos símbolos e do imaginário, recolhendo-se do real os signos adequados a sua movimentação. 

Daniel de la Touche
Em São Luís assistimos a mesma luta e disputa mítica, com a oposição de duas versões narrativas rivais. As duas invocando origens europeias; por que? Porque não se atribui a fundação da cidade aos indígenas, Tupinambás vindos da Bahia (tendo expulsado os Timbira/Tapuias para o continente); e nem se atribui aos africanos, pois ainda não havia ainda o tráfico de escravos, na região.

Jerônimo de Albuquerque Maranhão








Resta para o embate teatral, e historiográfico, a alusão da presença do franceses e dos portugueses, representados pelo confronto das personagens heróicas de Daniel de la Touche, do lado franco; e Jerônimo de Albuquerque, do lado luso (-brasileiro).

A Big-Festa Neo-Barroca

Com a aproximação da data de comemoração do IV Centenário, vemos se excitar e ativar com força o poder dos mitos fundadores e a invocação de seus heróis. Com virulência e paixão inflamam-se os debates; sempre acirrados e eventualmente animados pela presença de algum nome ilustre da Ciência ou das Artes. 
Dos organizadores oficiais dos ritos comemorativos, ouvimos a promessa que realizar-se-á uma big-festa de expressão espetacular; que não será esquecida com facilidade! Veremos então mobilizar-se, com toda certeza, estruturas comemorativas tradicionais e barrocas, com arquiteturas e cenografias remanescentes do século XVII e XVIII, - em novas roupagens high tech -, incrementados com recursos midiáticos e teatralizados; lembrando o Triunfo Eucaristico de 1733, na cidade de Ouro Preto/MG. 
Modelo festivo e comemorativo colonial que atravessa os séculos, conforme defendemos em artigo recente publicado na Revista do IHGM: http://issuu.com/leovaz/docs/revista_ihgm_36_-_mar_o_2011b
Mas, atenção! A Tradição não será festejada repetindo, ou reproduzindo, o mesmo significado histórico e cultural - como se diz nas academias: "re-siginificado" ou "re-inventado". Nossa hipótese é outra. Percebemos que o discurso elaborado e articulado, para estas comemorações de 2012, rompem com as de 1962 e 1912. Mantém-se o modelo festivo e comemorativo num barroquismo sofisticado e incrementado tecnologicamente; num estilo neo-barroco pós-moderno marcante e significativo. Todavia, não é o mesmo sentido de festa que se repetirá. O modelo (estrutura/arquitetura) permanecerá o mesmo do século XVIII, com o Triunfo Eucarístico servindo como ritual litúrgico de base. No entanto, apesar dessas aparentes e superficiais semelhanças, vamos testemunhar uma virada no processo de construção social e política da festa comemorativa, nesse início do século XXI. Uma virada capital, que abalará para sempre os vestígios e remanescências memoriais e patrimonais, além de identitárias; sustentadas por estas estruturas comemorativas e festivas ritualísticas consagradas. 
Tal análise sobre as bases de fundação de um novo ciclo sócio-cultural de festividades e comemorações nas sociedades da modernidade tardia (pós-modernas), vamos apresentar no decorrer dessas crônicas. Fruto de nossas pesquisas sobre os ritos comemorativos na atualidade, reunidos sob o título Teatro das Memórias II: mitanálise e ritanálise das festas comemorativas históricas na sociedade contemporânea.
Esse trabalho avança na construção das bases teóricas e metodológicas, oferecendo subsídios para os estudos e pesquisas sobre o novo ciclo de festas e ritos comemorativos inaugurados na sociedade brasileira, desde as comemorações dos 500 anos (1992), até a efeméride dos duzentos anos de Independência do Brasil; coroada com os cem anos da Semana de Arte Moderna, em 2012.
Essa linha de pesquisa sustenta a hipótese aqui apresentada, muito sumariamente, da ruptura e descontinuidade do longo ciclo festivo e comemorativo invocado, a partir da proliferação de mega-eventos recentes na sociedade brasileira, que indicam mudanças e variações no modelo colonial barroco herdado. Com a entrada na alta modenidade, observamos os impactos de novos elementos, transformando e abalando a gramática litúrgica convencional; para além das bases econômicas e sociais, que já sofrem recentes modificações estatísticas. Mega-eventos como Panamericano, Encontro Mundial da Juventude Católica, Olimpiadas, Copa do Mundo e outros, estão transtornando as bases de produção e re-produção desses rituais litúrgicos na atualidade. 

A Viragem Decisiva

Para nos guiar nessa aventura interpretativa, no movimento de decifrar as particularidades e os sentidos da virada da produção atual de significados das festas públicas e ritos comemorativos históricos; vamos nos apoiar em Jean Baudrillard, especialmente no seu texto Simulacros e Simulação. E o parágrafo abaixo, em destaque, cai como uma mão na luva; ajudando a dissipar qualquer dúvida quando as transfromações virtuais nas quais estamos adentrando. Assim:

"Quando o real já não é o que era, a nostalgia assume todo o seu sentido. Sobrevalorização dos mitos de origem e dos signos de realidade. Sobrevalorização de verdade, de objetividade e de autenticidade de segundo plano. Escalada do verdadeiro, do vivido, ressurreição do figurativo onde o objeto e a substância desapareceram. Produção desenfreada de real e de referencial, paralela e superior ao desenfreamento da produção material: assim surge a simulação na fase que nos interessa - uma estratégia de real, de neo-real e de hiper-real, que faz por todo o lado a dobragem de uma estratégia de dissuasão" (1991, p. 14).

Levar a frente os alcances interpretativos dessa análise penetrante, não é fácil, no contexto em que estamos vivendo de recalcitrante resistência ao pensamento crítico. Reluta-se em compreender a importância desse processo de "sobrevalorização" dos mitos, dos signos, da verdade, da objetividade, da autenticidade... Trata-se de uma resistência subjetiva que configura um obstáculo epistemológico dificil de superar, sem um trabalho de escavação semiológica. É como estar diante do espelho e não acreditar no que se vê: é preciso dissimular, fingir, cindir... Estatégias de simulação e dissimulação, nos mínimos detalhes, nos discursos, nas ações, nas encenações.
Como nos apontou Henri-Pierre Jeudy, estamos testemunhando a ativação do "princípio de reflexividade", enquanto base de todo um processo de patrimonialização das identidades. Espelhos das cidades, patrimônios, memórias e monumentos tornam-se simulacros; já não há mais tradição, real, objeto, substância.
Já não faz mais sentido agarrar-se na "historiografia" científica salvadora, garantidora da suposta "verdade histórica", respondendo cientificamente a pergunta angustiada: - quem fundou a cidade de São Luís: Daniel de la Touche ou Jerônimo de Albuquerque? "A história é o nosso referencial perdido, isto é, o nosso mito" (Baudrillard, 1991, p. 59).
A empresa anunciada na rosa dos ventos, qual seja, desmitificar a fundação da capital do Maranhão, revelando a "verdade histórica e científica" de sua fundação, - elegendo critérios "autenticos" de averiguação do ato fundador - carece de apelo à razoabilidade; em resposta, temos o riso, a ironia, a irrisão. Ao contrário, é o mito que invade, como conteúdo imaginário, a cena midiática, teatralizada e dessubstancializada; mas um capítulo na longa noite da nostalgia do referencial histórico perdido.

(Continua).

17 de junho de 2011

IDENTIDADE É VALOR (Para quem?)

Já há algum tempo, mais precisamente desde os anos sessenta do século XX, que nos deparamos com um verdadeiro surto de estudos sobre 'identidade'. Fato já apontado por autores como Pollack, Berger, Huxley, entre tantos outros. No entanto, surpreende, cada vez mais, que à essa obsessão pelo conceito não seja correspondente pesquisa cuidadosa sobre as origens e os alcances dessa mania identitária. É lastimável observar a proliferação de lugares-comuns sobre essa fixação temática. Estamos numa época difícil em que os consensos e as modas se instalam com força de verdade, ainda mais quando se têm a chancela de acadêmicos e diplomados de plantão. A expressão que abre essa reflexão, com o título em destaque - A IDENTIDADE É VALOR! - causa espécie. Seria surpreendente que, ao invés do óbvio, encontrássemos a expressão:  QUANTO CU$TA A IDENTIDADE! Isso, sim, seria algo a nos chamar atenção, pois é o que se tenta encobrir com aquela outra.
Afinal, 'identidade' tem valor de quê? De troca? De uso? Pra quem?
É a nova moeda no mercado? Qual o significado cultural, político e econômico dessa afirmação? O que é que se quer dizer com isso? 
É verdade que autores como Bauman têm frisado que a questão da 'identidade' adquire cada vez mais relevância num mundo em transformação vertiginosa, mas é também certo que investir sobre esse conceito com a dramaticidade que estamos assistindo - como panacéia para a salvação econômica de 'comunidades' - é criar ilusões temerárias. Reproduzir sem criticidade enunciados ideológicos primários, máximas do senso comum - num consenso produzido pela força da repetição - é algo que beira ao anedótico!
Todavia, o interessante a se destacar é que de novo voltamos ao A. Huxley do Admirável Mundo Novo! Os leitores desse blog, conhecedores da obra, devem lembrar da DIVISA DO ESTADO MUNDIAL: COMUNIDADE, IDENTIDADE E ESTABILIDADE. A sociedade tecno-científica busca aplicar essa equação a todo custo: custe o que custar! E tem muitos pseudo-pesquisadores que ignoram a dimensão crítica do que estão fazendo, sem saber que repetem lemas e enunciados de uma sociedade à deriva! É como se quisessem "esvaziar o oceano com um balde", num esforço romântico, mas obtuso! A ilusão de oferecer salvamento econômico investindo em 'identidade' é algo que merece ser tomado como objeto de reflexão crítica aprofundada; trata-se de nova mascarada. 
O que se percebe nesses empreendimentos de 'sistematizar os processos produtivos', com pretensões de pesquisa-ação, é um trabalho de apropriação dos recursos e acervos populares com vistas a se avaliar futuras repercussões e potencialidades econômicas, produzindo 'visibilidade' no mercado consumidor regional, nacional e, quiça, internacional. No meio desse processo se colocam os supostos 'mediadores' (outro nome para apropriadores), e no final da 'cadeia produtiva', os consumidores. Os produtores terão que se adequar aos 'modelos' pré-fabricados, impostos pelos 'mediadores' (agentes avançados de diversas instituições), para que seus produtos sejam oferecidos para os consumidores (aos quais 'vale' afinal, a 'representação' da 'identidade' comunitária simulada e fetichizada. Esse "projeto" ao cabo do tempo, se auto-designa, no âmbito das dominantes culturais, "projeto de inclusão social". Declara como objetivo central dar 'visibilidade', "no sentido stricto dessa palavra", promovendo e preservando, assim, a 'identidade'! Sobressai, nesse contexto, a retórica utilizada; vejamos a frase: "identificar – comunidades e pesquisadores – os valores do artesanato a partir do ponto de vista dos produtores e suas representações sobre o consumo de seus produtos"!
Os produtores vão 'identificar' os valores de seu próprio artesanato (!), a partir de seu 'ponto de vista'  e através de 'suas representações'!? O que isso significa? Será que tem algum sentido, ou é apenas uma frase de efeito? Pretende-se um álibi: 'fazer falar a comunidade'! O que os 'produtores' pensam ('representam') sobre o consumo de seus produtos! Qual o problema sociológico que existe nisso? Não é isso que vai ser feito; é outra coisa!
Nesse ponto específico, encontramos em José Jorge de Carvalho uma reflexão importante, que cabe bem aqui: "Fica em aberto ainda uma análise das motivações sociais, de classe e raciais subjacentes a esse movimento de apropriação completa de uma arte cultivada por outro estrato social e racial. Como hipótese inicial, é possível que esse novo canibalismo tenha surgido agora talvez como sintoma de que o fosso de classe e racial no Brasil cresceu ainda mais nas últimas décadas, tornando-se quase um esquema estrutural de segregação implícita". Canibalismo disfarçado de boas intenções... E se pode ir ainda mais longe: "... começam a surgir casos em que, fundindo seu papel de mediador com o de artista antropofágico, o pesquisador se apropria da arte performática que pesquisou e se mascara de artista nativo. Vários são os processos específicos de apropriação atualmente em curso"....
Pode ser que quem escreveu a referida resenha para a divulgação do lançamento do Projeto, não tenha entendido bem o texto, mas parece que essas frases devem ter sido citadas do próprio livro, pois não há muita imaginação na praça. O que está escrito é que a pesquisa pretende compreender as 'representações' e 'valores' que os 'produtores' atribuem ao consumo do que produzem! Essa é a pesquisa! A extensão é um trabalho para dar 'visibilidade' aos seus produtos no mercado consumidor!
Por fim, poderíamos acrescentar, citando o antropólogo J. J. de Carvalho, mais uma vez: "Sucede que a nova verdade que o pesquisador agora transmite já não é mais apenas uma verdade da política, da discriminação racial e étnica, da desigualdade de classes, do desprestígio cultural, mas também uma verdade de relações de mercado. E o pesquisador, operando dentro de uma paradoxal lógica samaritana de mais-valia, passa a crer que, ao conseguir algum retorno econômico para a comunidade, estará eticamente justificado para sair de seu lugar de cientista e servidor público e fazer um pacto com a indústria cultural".
Esse "Projeto" merece nossa atenção crítica! Na verdade, merece ser objeto de pesquisa sociológica!
Vamos aguardar mais detalhes sobre esse processo!
* * *
Observe-se o texto subliminar, que está conectado ao que não foi dito explicitamente, no texto do Projeto "Identidade é Valor"!

IDENTIDADE É VALOR 'AGREGADO'!

O design, a moda e a identidade pelas ruas

Na edição de ontem do Design Mais - projeto da Escola de Design da Unisinos que realiza palestras periódicas - o tema foi Design e Identidade: a moda como geradora de tendências e, para falar sobre isso, Julieta Puhl e Laureano Mon vieram diretamente da Argentina apresentar o seu Por la Calle.
A idéia desse projeto começou com uma percepção do par no ano de 2001, quando a Argentina enfrentava sua maior crise econômica. Naquele momento os argentinos procuraram por diferentes formas de sobreviver, buscavam por novas formas de expressão e começaram a gerar uma movimentação na cultura local. Havia a necessidade de dar uma “cara” para a Argentina. “Tuvo lugar el inicio de un cambio en las relaciones entre las personas y la percepción de los objetos que las rodeaban”
Então, Julieta e Laureano pensaram em fazer um mapa do design Argentino, de forma a descobrir qual era a identidade do país.
¿Qué rasgos geográficos influyen em nuestra creatividad?
O mapa de diseño argentino contou com 3 anos de pesquisa e reconhecimento de regiões argentinas e seus profissionais, reconhecimento fotográfico e DUZENTAS entrevistas em profundidade com designers. Nunca tive conhecimento de uma pesquisa qualitativa com tanta profundidade.
Ao final do mapeamento, os pesquisadores comprovaram que a Argentina tem sim sua identidade e gera tendências.
Mas a pesquisa não terminou, ela agregou outras funções e continua agora sob outro nome: Por La Calle. É como uma segunda fase, para descobrir novos designers e revisitar os já conhecidos procurando por mudanças em seu trabalho. O Por La Calle também faz circuitos di diseño, que são pontos de encontro, com mostras das principais criações dos estilistas locais.
Mais do que mostrar o projeto, Julieta e Laureano bateram no ponto de que a identidade é valor agregado. Segundo eles, o trabalho é 75% design próprio e 25% tendências.
Isso pode parecer simples ou óbvio para qualquer pessoa que pense em conceito de marca ou moda, mas sinceramente, quantas marcas você conhece que sabem direitinho qual é sua essência, suas principais características? Como se espera que uma marca que não se conhece possa conhecer (e até lidar) com o consumidor?
O posicionamento adequado frente a essa identidade é o que agrega valor para a marca junto ao público. Indico, para quem quiser compreender um pouco mais sobre isso, passar no blog da Juliana Laguna e também a olhar a apresentação que eu coloquei abaixo, na qual ela expõe alguns conceitos e exemplos de Vantagem Competitiva e Identidade de Marca.
Por fim, a palestra de ontem foi, acima de tudo, uma provocação. E nós, temos identidade?


Acesse:
http://www.fundacionprotejer.com/prensa-noticia.php?id=19666
http://socialmediaclub.org/blogs/social-media-observer/o-design-moda-e-identidade-pelas-ruas